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terça-feira, 6 de março de 2012

O Processo de mudança



O Processo de mudança

A gestão da mudança é um processo eficaz de alocação de recursos, de forma a transformar a organização, com o objetivo de melhorar a sua eficácia.
Existem diversas condicionantes que influenciam o processo de mudança de uma organização, como o nível de recursos que a empresa dispõe, o setor onde se insere, a maior ou menor necessidade de mudança, qualidade da gestão e a atual envolvente política, econômica, social, tecnológica, ambiental e legal.

Habitualmente, torna-se necessário promover um processo de mudança quando a organização não satisfaz os stakeholdres, nomeadamente os accionistas.
Os sinais evidentes de necessidade de uma intervenção profunda, poderão ser de caráter quantitativo ou qualitativo. Diminuição das vendas, perda de quota de mercado, aumento de custos, redução de rendibilidade, poderão ser claros sinais de uma deficiente gestão. Insatisfações dos clientes, fornecedores e colaboradores, são também sérios alertas de caráter qualitativo. De forma a validar e enquadrar a deficiente “performance individual” da empresa ou
organização, será de capital importância, a realização de um trabalho de benchmark com as empresas concorrentes.
As necessidades de mudança, poderão revestir diversas formas, entre as
quais destaco:

Mudança Incremental

Não gera habitualmente grandes impactos na organização, a intervenção efetua-se através de ligeiros ajustamentos organizativos.
Mudança Planejada
Quando a empresa reformula a sua estratégia, de uma forma claramente pacífica, normalmente ocorre quando a organização apresenta um bom desempenho, no entanto vislumbra a possibilidade de claras melhorias com a indicada reformulação.

Mudança Emergente

Processo habitualmente complexo, não planejado, no qual a organização vai respondendo de forma a ultrapassar as ameaças ou os desafios com que se vai deparando.

Mudança Radical

Habitualmente planejada, de forma a antecipar acontecimentos futuros ou
a inverter uma deficiente performance. Apesar dos diversos tipos de gestão de
mudança referidos, existe um conjunto de etapas fundamentais, comuns aos
diversos tipos de intervenções.

Tipos de Mudança

Existem diferentes tipos de mudanças organizacionais, nomeadamente:
tecnológicas, de produtos, estruturais, de pessoas/cultura e de estratégia. As organizações podem inovar numa ou mais áreas, dependendo das forças internas e externas de mudança.

Mudanças Tecnológicas

A mudança de tecnologia é relativa ao processo de produção da organização
– como a organização realiza seu trabalho. São dimensionadas para tornar mais eficiente o processo de produção de um produto ou a prestação de um serviço. Como podem os gestores estimular a mudança de tecnologia? A regra é que a mudança tecnológica deve ser feita de baixo para cima, ou seja, significa que as ideias têm origem nos níveis mais baixos da organização e
são canalizadas para cima para aprovação. Os empregados nos níveis hierárquicos mais baixos compreendem a tecnologia e têm a habilidade necessária para propor as mudanças.

Mudanças no portfólio de produtos

É uma mudança no produto ou serviço produzido pela organização. As inovações em novos produtos têm grandes implicações para uma organização porque frequentemente são o resultado de uma nova estratégia e podem definir um mercado novo. O lançamento de um novo produto é difícil porque ele não envolve somente uma nova tecnologia, mas também deve atender às necessidades dos clientes. As ideias para novos produtos têm sua origem
nos níveis mais baixos da organização, assim como ocorre com as mudanças tecnológicas. A diferença é que as ideias de novos produtos circulam horizontalmente entre os departamentos. A inovação de produto requer perícia de diversos departamentos simultaneamente. O fracasso de um produto novo é frequentemente o resultado de uma cooperação falhada.
Por exemplo, os departamentos de R&D, produção e marketing devem desenvolver simultaneamente novos produtos. Os colaboradores desses departamentos reúnem-se frequentemente em equipas para compartilhar ideias e resolver problemas. O departamento de R&D informa o departamento de marketing sobre novas tecnologias para saber se eles serão úteis aos clientes.

A equipe de marketing transmite ao departamento de pesquisa as queixas dos clientes para que as utilize no projecto de novos produtos. A produção informa os outros departamentos se o produto resultante da ideia pode ser fabricado dentro dos limites de custo. A decisão de desenvolver um novo produto é uma decisão conjunta. A sofisticação cada vez maior do mercado consumidor, actualmente procura uma evolução contínua no desenvolvimento de produtos e
marketing. O empowerment no ambiente cada vez mais competitivo de hoje vai além
dos empregados para incluir fornecedores e clientes no processo de desenvolvimento do produto. Outro exemplo de vínculo simultâneo entre os departamentos é o uso da competição baseada no tempo, o que significa entregar produtos e serviços mais rápido do que os concorrentes, fornecendo à empresa uma vantagem estratégica significativa.

Mudanças Estruturais

Envolvem toda a hierarquia da empresa ou organização, as metas, as características estruturais, os procedimentos administrativos e os sistemas administrativos. Uma mudança estrutural bem-sucedida é realizada por uma abordagem de cima para baixo porque a habilidade para a melhoria administrativa tem a sua origem nos níveis médio e alto da organização. O
processo de cima para baixo não significa que a coerção seja a melhor táctica de implementação. As tácticas de implementação incluem instrução, participação e negociação com todos os empregados.

Mudanças Culturais

Referem-se a uma mudança nos valores, normas, atitudes, crenças e comportamento dos empregados. Relacionam-se com a maneira como os colaboradores da organização pensam.
O treino e formação são as ferramentas frequentemente mais utilizadas para mudar o pensamento dominante na organização. Uma empresa pode oferecer programas de formação aos seus colaboradores em assuntos como trabalho em equipa, qualidade, administração participativa, atendimento ao cliente. Outra abordagem fundamental para mudanças nas pessoas e culturas é o desenvolvimento organizacional. O desenvolvimento organizacional, sugere a aplicação da ciência do comportamento num esforço conjugado para melhorar a capacidade de uma organização em confrontar-se com o ambiente externo e aumentar a capacidade de resolver problemas. O desenvolvimento organizacional melhora as relações de
trabalho entre os seus colaboradores.

O desenvolvimento organizacional é um excelente auxiliar dos gerentes para lidar com problemas relacionados associados a:

Fusões/aquisições

O péssimo resultado financeiro de muitas aquisições e fusões é causado pela falha dos gestores em determinar se o estilo administrativo e a cultura organizacional das duas empresas “se encaixam” mutuamente. Os gestores podem concentrar-se na sinergia potencial da tecnologia, de produtos, de marketing e dos sistemas de controlo, mas, amiudadas vezes, falham no reconhecimento que as duas empresas podem ter valores, crenças e práticas extremamente diferentes. Essas diferenças criam stress e ansiedade entre os seus colaboradores, afectando, assim, o desempenho da empresa.

Declínio / revitalização da organização

As organizações que passam por um período de declínio e revitalização experimentam uma variedade de problemas que incluem baixo nível de confiança, falta de inovação, rotatividade elevada, alto nível de conflito e stress. O período de transição exige comportamentos opostos, que incluem enfrentar o stress, facilitar a comunicação e incentivar a inovação criativa para emergir com altos níveis de produtividade.

Gestão de conflitos

O conflito pode ocorrer a qualquer momento e em qualquer lugar dentro de uma organização. O desenvolvimento organizacional pode ajudar a resolver esses mesmos conflitos.
O desenvolvimento organizacional propõe três etapas distintas para atingir a mudança de atitude e de comportamento:

Descongelamento: os colaboradores devem ser informados dos problemas e estar dispostos a mudar. Esta etapa, muitas vezes, utiliza um especialista externo (agente de mudança), que faz um diagnóstico da organização e identifica problemas directamente relacionados com o
trabalho. Este reúne e analisa dados de entrevistas pessoais, questionários e observações de reuniões. O diagnóstico ajuda a determinar a extensão dos problemas organizacionais e a “descongelar” os gestores ao informá-los dos problemas de seu comportamento;
Mudança: ocorre quando os indivíduos experimentam um novo comportamento e aprendem novas habilidades para serem usadas no local de trabalho. Algumas vezes isso é conhecido como intervenção, durante a qual o agente de mudança implementa um plano específico para formação dos gestores e colaboradores (formação de equipas, pesquisa de feedback,
entendimento de processos, actividades de liderança); Recongelamento: ocorre quando indivíduos adquirem novas atitudes e valores e a organização os recompensa por eles. O impacto de novos comportamentos é avaliado e reforçado. O agente de mudança fornece novos
dados que mostram mudanças positivas no desempenho. Gestores e colaboradores participam de cursos de actualização para manter e reforçar os novos comportamentos.

Etapas da gestão da mudança

Contratação de um líder com o perfil adequado a este tipo de processo. Terá que possuir um conjunto de competências, entre as quais destaco, a experiência em situações similares e grande capacidade de liderança.

Definição de objetivos estratégicos, após negociação com os acionistas.
Envolvimento da organização nos objetivos, devendo o gestor promover a sua descentralização.
Definição da nova missão da empresa.
Envolvimento de toda a organização na missão.
Constituir uma equipe/departamento de mudança.
Contratação de quadros necessários ao processo de mudança.
Dispensa de quadros não envolvidos no processo. Os colaboradores
não envolvidos neste tipo de acção, caso permaneçam na organização,
poderão ser uma importante condicionante no sucesso da mudança.
Atribuição de poderes a um reduzido número de pessoas.
Não deverão ser delegadas autoridades.
Promover rápidas melhorias do desempenho, pois estas motivam as
equipes e dão credibilidade externa ao projeto.
Apesar da importância do líder, a organização terá que criar
condições, para não depender excessivamente deste gestor na atividade
corrente.
Segundo John Kotter, existem 8 etapas para um processo de mudança bem sucedido:
Criar um sentido de urgência. – Ajuda os outros a verem a necessidade de mudança e a importância de agir de imediato.
Trabalho de equipe. – Certifique-se que há um grupo forte orientando a mudança, com capacidade de liderança, linhas de ação, credibilidade, capacidade de comunicação, autoridade, capacidade de análise.

Desenvolver a visão e a estratégia da mudança. – Esclareça como o futuro será diferente do passado, e como se pode fazer que o futuro seja uma realidade.
Comunicar para melhorar a compreensão. – Certificar que é possível
compreender e aceitar a visão e a estratégia.
Motivar e capacitar aqueles que querem participar. – Remover todas
as barreiras possíveis, para aqueles que querem ajudar e afastar os que
estão contra o processo.

Obter pequenas vitórias. – Produzir alguns sucessos com a maior brevidade possível, ainda que não sejam consolidados, mas permitem credibilizar o processo da mudança. Começa por ganhar algumas batalhas, para depois vencer a guerra.

Não desistir. – Ser exigente e mais rápido após os primeiros sucessos. Ser implacável com a instituição da mudança passo a passo, obstáculo a obstáculo, até a visão se tornar uma realidade.
Criar uma nova cultura. – Assegurar a aplicação das novas formas de comportamento, e certificar que se conseguiu, até se confundirem com a própria cultura da organização, na qual se expressa o modo de vida, o sistema de crenças e valores e a forma de interação e de relacionamento típicos de determinada organização.
Resistência à mudança

Em um sentido mais amplo, os conceitos de globalização, lucro, competitividade e mudança fazem parte integrante das decisões das organizações, que tem seus objetivos voltados para a garantia da sobrevivência e crescimento sustentável no mercado. Os paradigmas e a mudança são elementos que caracterizam a flexibilidade de adaptação e a dinâmica de relacionamento com os indivíduos.

Nesse contexto, a mudança é influenciada por fatores internos e externos
que se relacionam positiva ou negativamente. A mudança é caracterizada pela
implantação de um novo processo, o qual se faz necessário pela intensa
competitividade do mercado que cada vez demanda processos mais rápidos,
produtos com melhor qualidade e eficiência operacional. A inovação surge como
ferramenta de garantia de sustentabilidade das organizações, para sua
produtividade e lucratividade.
A estratégia da organização deve ser conciliada com a necessidade de
mudança, pois esta relação resultará na vantagem competitiva que a organização
deseja obter no mercado. A melhor adaptação a mudança dará a flexibilidade
necessária para que se estabeleça a diferenciação da empresa no mercado,
criando valor para o cliente e sustentabilidade para a organização.
Assim, a busca pela competitividade deve fomentar uma reestruturação
inovadora, diferente daqueles modelos amplamente praticados. Como propõem
[Prahalad] e Hamel [1], deve ocorrer uma reinvenção dos
setores e regeneração das estratégias, com foco na reavaliação de seus
processos e atitudes. A adaptação da organização e dos indivíduos para esse
objetivo, constrói as bases de uma organização bem estruturada.
Chiavenato, p. 251 [2] afirma que quem sempre viveu em
empresas imutáveis e estáticas, fechadas e herméticas, onde as coisas não
mudam, nunca aprenderá a mudar e a inovar. Desta forma, somente o trabalho
do gestor, alinhado a sua facilidade em conduzir os mais diferentes grupos e
personalidades, poderá resultar em uma mudança eficaz e com o mínimo de resistência.
A resistência, por sinal,
se destaca como um dos principais obstáculos para a mudança. Os principais
motivos são: aspectos lógicos dos indivíduos, onde se destacam os interesses
pessoais; aspectos psicológicos, onde as atitudes emocionais tais como o medo
do desconhecido e a dificuldade de compreender a mudança são fatores
determinantes; por último, são destacados os aspectos sociológicos, nos quais
prevalecem os interesses de grupos e fatores sociológicos, como valores sociais
opostos. Cabe ao gestor integrar os indivíduos e enfrentar as resistências que
se apresentarem a mudança, procurando envolver, negociar e manter uma
comunicação clara e objetiva com o grupo.
Certas empresas vivem uma situação de estagnação, onde ainda persistem
paradigmas de conservadorismo e certa “liberdade assistida”. Esse tipo de
empresa, que ainda se sustenta em valores ultrapassados, considerando a mudança
um risco para a organização e até mesmo para sua rotina de trabalho, possui um
alto grau de incertezas e resistências explícitas as mudanças. De fato, toda
mudança em uma organização representa alguma modificação nas atividades
cotidianas, nas relações de trabalho, nas responsabilidades, nos hábitos e
comportamentos das pessoas que são os membros da organização [2], p. 249.
Ainda segundo Chiavenato:
[...] quem sempre viveu em empresas imutáveis e estáticas, fechadas e
herméticas, onde as coisas não mudam, nunca aprenderá a mudar e a inovar,
como fazem as empresas excelentes do mundo industrializado. [...] para que a
mudança seja dinamizada, é mister que exista um ambiente psicológico propício,
uma cultura organizacional adequada, um estímulo individual e grupal para a
melhoria e para a excelência [2], p. 251
Desta forma, o ambiente psicológico e a cultura da organização devem
fomentar um alinhamento da equipe, para aperfeiçoar a implantação da mudança,
com o mínimo de resistência possível, porquanto:
[...] a resistência à mudança é uma fase inicial, prevista em
qualquer programa de mudança planejada e que evidentemente os fatores de
personalidade terão influência decisiva sobre as percepções, sentimentos e
maneira de reagir à mudança, notando-se uma grande diferença em pessoas mais seguras
e outras mais inseguras [...] do ponto de vista psicológico, a resistência à
mudança é uma reação normal, natural e sadia, desde que represente um período
transitório de tentativas de adaptação, em que a pessoa busca recursos para
enfrentar e lidar com o desafio de uma situação diferente [3].
A resistência a mudança é um fator previsível e ao mesmo tempo
adaptável. Cabe a organização e principalmente ao gestor analisar, compreender
e envidar todos os esforços no sentido de alinhar os fatores determinantes da
mudança, buscando o melhor resultado para a organizações e para os indivíduos.
Estratégias de Mudança
- Comunicação e educação. São utilizadas quando é necessário
consistência sobre a mudança, sobre os usuários que podem resistir à
implementação. A educação é especialmente importante quando a mudança envolve
conhecimento técnico e que as pessoas não estão familiarizadas com a ideia.
- Consiste em preparar e treinar os empregados para os novos
procedimentos introduzidos pela mudança
Ou seja, o método mais eficaz para educação e comunicação passa por
educar pessoas sobre mudança usando discussões; apresentações públicas;
memorandos e relatórios e ainda vídeos de simulação. Através deste método
ter-se-á a vantagem de facilitar a adesão ao processo, sendo que o
inconveniente mais directo poderá ser o facto deste método exigir longos
períodos de tempo.
- Participação. Envolve as pessoas resistentes à mudança. Isto consome
tempo, mas vale a pena porque as pessoas compreendem e comprometem-se com a
mudança. A participação também auxilia os gerentes a determinar problemas
potenciais e perceber a recepção dos empregados quanto à mudança.
A participação, será pois um dos aspectos mais importantes, porque
através dela poder-se-á ouvir as pessoas envolvidas no processo e obter maior
informação sobre auilo que pensam sobre o mesmo, assim, a vantagem será não só
esta mas também o maior empenhamento de todos.
Existe um outro aspecto a considerar não menos importante e que é a
facilitação e apoio e que consiste basicamente no apoio emocional que se poderá
transmitir aos subordinados, sobretudo quando há resistências devido a problemas
de ajustamento, ansiedade ou medo, assim, se conseguirá ajudar a ultrapassar os
receios face à mudança, sendo que também aqui poderemos demorar algum tempo
para obter os resultados no sentido desejado.
- Negociação. É o meio mais formal de atingir a cooperação. A negociação
usa a conversação para conquistar a aceitação e aprovação de uma mudança
desejada.
Na negociação e acordo podem ser oferecidos incentivos como incrementos
salariais, oportunidades de carreira aos activos e presumíveis resistentes,
esta pode ser a melhor forma de remover a resistência, no entanto, também pode
ser muito dispendioso para a empresa.
Podemos acrescentar também o método de manipulação e cooperação que
consiste em envolver os presumíveis resistentes, oferecendo-lhes papéis
desejáveis no processo embora sem desejar a sua participação activa nem o
aproveitamento das suas sugestões, este método será o caminho a seguir quando
nenhum outro método parecer adequado, porque pode ter como vantagem ser a
solução mais rápida e mais económica para a empresa, no entanto, as vantagens
mais directas poderão ser o facto das pessoas se sentirem manipuladas e
representar o fracasso total de quem quer avançar com o processo e
implementação da mudança.
- Coerção. Significa que os gestores usam o seu poder formal para forçar
os empregados a mudar. Aos resistentes é dito para aceitar a mudança ou
perderão os benefícios a até mesmos os seus empregos. Ela é necessária em
situações de crise quando uma resposta rápida é exigida.
Ou seja a Coerção pode ser implícita ou explicita quando as pessoas são
forçadas a mudar sob ameaças (despedimento, por exemplo) ou perda de
oportunidades, este método poderá ocorrer quando a mudança tem de ser rápida e
quem a pretende implementar tem forte poder. Esta estratégia é rápida e capaz
de ultrapassar vários tipos de resistência no entanto, através dela podem ser
desenvolvidos sentimentos negativos indesejáveis.
- Apoio da alta administração. O apoio visível da alta administração
também ajuda a superar a resistência à mudança. O seu apoio simboliza para
todos os empregados que a mudança é importante para a organização. Ela é
importante quando a mudança envolve vários departamentos ou quando os recursos
estão a ser relocados noutros departamentos. Sem o seu apoio, estas mudanças
podem ficar condenadas a discussões entre os departamentos.
Referências
PRAHALAD, C.K.; HAMELL, G. Competindo pelo
Futuro. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005
a b c CHIAVENATO, I. Os novos
paradigmas. São Paulo: Atlas, 2000
MOSCOVICI,F. Desenvolvimento Interpessoal:
treinamento em grupo. Rio de Janeiro: José Olympio, 2001. P. 160)
Manual de Comportamento Organizacional e Gestão - Editora RH
Kotter, J.P. – Leading Change Harvard Business School Press.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Como Ser Reconhecido e Promovido Rapidamente

O marketing é um conceito universal para promoção de produtos, serviços e também da carreira profissional. Existem algumas dicas importantes que poderão mover rapidamente a carreira de um profissional dentro de uma empresa. O principal objetivo é tornar-se indispensável.
Vamos relacionar a seguir as principais ações que o ajudarão a se tornar indispensável em sua organização.

Ação 1: Assuma a tarefa que ninguém quer.
Dentro de toda empresa existe um conjunto de tarefas que normalmente as pessoas
gostam de realizar, e também aquelas tarefas que ninguém quer, aquelas que
todos fazem corpo mole para realizarem. É justamente estas tarefas que
destacarão o seu trabalho. Muitas vezes é algo novo na empresa que ninguém
aprendeu ainda, um novo sistema que foi recentemente implantado, ou mesmo o
atendimento de um cliente difícil. Apresente-se para realizar estas tarefas
difíceis, e você sairá na frente na corrida para uma possível promoção no
futuro.

Ação 2: Ofereça sempre mais do que lhe é pedido. Apresente-se sempre que possível para realizar tarefas extras. Procure superar a expectativa de seus superiores e colegas de trabalho.
Ofereça-se para ajudar algum colega que estiver com seu trabalho em atraso, assim, você acabará sendo notado por outros colegas e superiores de maneira positiva.

Ação 3: Trabalhe com mais afinco quando o superior não o está supervisionando. A cena mais comum em milhares de escritórios é a seguinte: o chefe está ausente e logo em seguida o comportamento das pessoas no escritório muda completamente. O ambiente torna-se contraído
num passe de mágica; os telefones ficam sobrecarregados por ligações pessoais;
muitos acessam a internet em sites de diversão; e o horário de almoço torna-se
uma eternidade. Resultado, quando o chefe retorna, é claro que a produtividade
caiu bastante e ele nota isso.
Na ausência do chefe é o momento ideal para você aumentar mais ainda seu ritmo
de trabalho, trabalhar com mais dedicação e afinco. Não faça parte do clube da
turma do corpo mole. Certamente seu chefe notará sua produtividade e terá uma
excelente imagem profissional sua.

Ação 4: Obtenha créditos para sua equipe.
Trabalhe em equipe. Sempre que realizar alguma tarefa que envolver
mais de uma pessoa, procure realçar a participação de todos, mesmo que o
esforço maior tenha sido seu. O trabalho em equipe é visto com bons olhos pela
chefia. Além disso, ao dar crédito a outras pessoas pelo trabalho realizado,
você acabará tornando-se popular em seu ambiente de trabalho e, isso, com
certeza ajudará sua carreira.

Ação 5: Torne-se um especialista em sua empresa. Descubra alguma área relevante em sua empresa que é possível torná-lo a única pessoa a ter um conhecimento expressivo sobre o
assunto, e especialize-se nesta área. Poderá ser um trampolim para uma
promoção. Por exemplo, se sua empresa utiliza muita as planilhas Excel, e
poucas pessoas em seu setor entendem profundamente todo potencial destas
planilhas, surge então uma oportunidade de você se destacar. Especializando-se
nestas planilhas e contribuindo para a melhoria dos relatórios ao utilizar
novos recursos que venha a desenvolver, você estará promovendo sua imagem
diante da empresa.

Ação 6: Construa relacionamentos profissionais e de amizade dentro da empresa, não apenas no seu setor, mas também em outros setores. Sempre que possível, saia para almoçar com colegas de trabalho, e procure ser aceito em outros grupos dentro da empresa. Você nunca sabe quando alguém de outra área ou setor poderá influenciar seus superiores com relação a sua carreira na empresa.

Ação 7: Conheça bem a cultura de sua empresa.
Entenda a hierarquia formal e também a relação de poder informal dentro da
empresa. Em muitas organizações, existem pessoas que não detêm cargos de chefia
formalmente, mas tem grande influência na estrutura de poder da empresa em
função dos laços de amizade. Estas pessoas poderão ser uma excelente forma de
você também conquistar espaço de poder dentro da organização.

Portanto, entenda o marketing como um processo ativo, e que exige atitude. Se
quer ter futuro em uma empresa, conseguir poder e promoção, subir em sua
hierarquia, comece desde já a realizar ações planejadas. Todas com o objetivo
de se tornar um profissional indispensável em sua empresa. As empresas privadas,
principalmente, necessitam e valorizam bastante aqueles profissionais que
conhecem suas necessidades, sua missão empresarial, e se colocam numa posição
de ajudá-las a realizar esta missão. Além disto, estas empresas são dirigidas
por pessoas como você, passíveis de serem influenciadas por uma boa dose de
marketing pessoal.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Como se Recuperar de um Erro no Trabalho


Sem dúvida uma situação bastante incômoda, e as vezes prejudicial, é quando cometemos erros na execução de nosso trabalho. Você pode chegar atrasado a uma reunião, se esquecer da entrega daquele relatório, errar no preço de um produto, etc. Esse tipo de falha pode fazer com que venhamos nos sentir nervos e apreensivos, sendo necessária a adoção de algumas medidas para que você se recupere e evite maiores consequências.
Seguen dicas para ajudar em como lidar com seus erros e como evitá-los no futuro.

• Mantenha a calma. Ao se dar conta do erro cometido, reflita por um
momento e compreenda as consequências do fato. Descubra o que você pode fazer
para corrigir a situação;

• Comunique ao seu chefe imediatamente o que aconteceu. Não tenha medo
de fazer isso, pois será muito pior se ele descobrir por terceiros. Quando você
for comunicá-lo, explique o que fará para corrigir o problema;

• Assuma plena responsabilidade pelos seus erros. Inventar desculpas e
tentar transferir a culpa para outros não é a melhor atitude em situações como
essas;

• Uma vez que você tenha analisado o erro e percebido suas causas, determine o
que precisa ser modificado para que isso não volte a acontecer. Implemente
essas medidas na prática.

Por fim, não fique abatido pelo fato. Todos somos susceptíveis a errar. O
importante é encarar o problema e aprender com ele.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

8 Dicas para voltar a ser produtivo depois das férias




1. PREPARE A SUA ROTINA DOIS DIAS ANTES

Um dos principais problemas de quem começa a trabalhar depois das férias é o facto de ter as horas de sono completamente desreguladas. Isso faz com que nos primeiros dias se sinta cansado logo pela manhã e o sono no trabalho aumente consideravelmente. Uma das formas de combater isso é alterar a sua rotina dois dias antes de voltar aos seu trabalho. Comece a simular um dia normal de trabalho, acordando, almoçando e dormindo às horas normais. Ter esta atitude ajuda a que nos primeiros dias já esteja habituado. O nosso corpo e mente vivem de rotinas mas demoram bastante tempo a habituar-se a elas. Portanto, começar pelo menos dois dias antes é o mínimo que pode fazer.

2. ORGANIZE O SEU DIA

Quando voltar novamente a produzir, o mais certo é sentir-se perdido, sem saber por onde começar. Verá à sua frente mil e uma tarefas, começa a pensar que tem muito para fazer mas na verdade não começa nada. Antes de tudo, concentre-se numa tarefa apenas. Se puder, comece pelas mais fáceis para começar a ganhar motivação. Ao ver as primeiras tarefas realizadas, vê o número de coisas a fazer diminuir drasticamente. O importante é que neste momento ganhe uma linha orientadora de trabalho, o resto virá com o tempo.

3. SAIBA EM QUE PONTO SE ENCONTRA O SEU TRABALHO

Ao ir de férias, é normal que delegue alguma tarefa aos seus colaboradores ou que entregue o seu negócio durante alguns dias a alguém de confiança. Por isso, outra das primeiras coisas a fazer quando chegar é saber em que ponto se encontra o seu trabalho. Veja como os projectos estão a
ser desenvolvidos, quais são os problemas a resolver ou se existe algum cliente insatisfeito que
você precise de lidar. É importante que apanhe o comboio e saiba como ele está andando.
Não fique à espera que a sua equipa lhe diga o que deve fazer agora. Marque uma
reunião curta e diga para lhe colocarem a par de tudo.

4. AVISE OS SEUS CLIENTES DE QUE REGRESSOU

Para avisar os seus clientes que vai de férias, é importante enviar-lhes um email a avisar que ficará fora durante alguns dias ou então criar um autoresponder que envia uma mensagem a avisar quando irá de férias e quando vai regressar. Depois, ao retornar ao seu trabalho de freelancer, volte a lembrar os seus clientes de que está de regresso. Mas não o faça apenas
no email. Diga-o também nas redes sociais.

5. ACEITE QUE TERÁ DIFICULDADES

Outro dos problemas de quem regressa das férias é que tem dificuldades em aceitar que nos primeiros dias ficará mais lento a produzir. É perfeitamente normal que se sinta perdido! Reconhecer a sua dificuldade é o primeiro passo para não entrar em depressão ou recuperar rapidamente a motivação. Faça como os toxicodependentes:
assuma que não está bem e encontre uma solução para o seu problema. Se fizer o
contrário, irá entrar numa guerra interna muito grande, que impede que recupere
mais rapidamente o seu ritmo de trabalho.

6. RETIRE TUDO O QUE O DISTRAI

Nos pontos anteriores, conseguimos perceber que uma das maiores dificuldades será mesmo voltar a fazer todas aquelas tarefas no período de tempo que estava habituado. Uma das formas de recuperar mais rápido a sua forma anterior, é deixar de parte tudo o que possa ser sinónimo de distracção como as redes sociais ou o email. Seja rígido consigo e não perca
nem um minuto com estas ferramentas. O seu objetivo agora é regressa ao níveis
de produtividade anterior.

7. PENSE A LONGO PRAZO

A desmotivação no trabalho acontece muitas vezes quando regressamos das férias. Deveria ser o contrário eu sei, mas o nosso corpo reage dessa forma estranha. Uma das formas de tentar
driblar este período é agarrar num papel e planejar o que quer para os próximos
meses. Sonhar o que quer é uma das formas de conseguir se motivar e neste
período você precisa disso mesmo. Isto porque o mais certo é que apenas tenha
olhos para o que se está a passar: desorganização, baixa produtividade e pouca
vontade trabalhar. Pense a longo prazo para fazer esses sentimentos desaparecerem.

8. ENTRE EM “MODO” DE TRABALHO

Frases como “quem me dera voltar para a praia” ou “naquele hotel é que eu estava bem” são normais de acontecer depois do período de férias. Durante vários dias pouco fez, relaxou e conheceu novos locais. No fundo, tudo o que nós queremos para o nosso dia-a-dia né? Mas chegou o momento de voltar ao mundo real. Portanto, entre em “modo” de trabalho e evite frases como as que disse anteriormente. Elas de pouco ajudam a que volte aos níveis de
produtividade anteriores. Diga o que quer e para onde quer chegar. Tudo além
disso fará com que dê um passo atrás.

sábado, 19 de novembro de 2011

A Sabedoria de Equilibrar Trabalho e Lazer
















Você está completamente safisfeito com a forma com que você equilibra trabalho e lazer?

Gostaria de ter mais tempo para a família, mas não sabe como conseguí-lo?

Pensa que pode melhorar a sua qualidade de vida e o desempenho no trabalho se souber balancear os dois fatores?

Saiba que a cada dia, mais pessoas estão buscando qualidade de vida e menos carga horária de trabalho, ainda que isso implique em perdas financeiras. Parece haver três linhas predominantes de pensamento sobre como viver a vida. Uma delas defende trabalho duro por muitos anos, acúmulo de recursos financeiros visando um futuro próspero. Uma outra linha prioriza curtir o máximo que a vida possa proporcionar e depois viver dos recursos da aposentadoria, ainda que esse não seja lá grandes coisas. Uma terceira tenta equilibrar trabalho e lazer durante toda a vida.

Naturalmente, nenhuma delas garante que você tomou o melhor caminho. Mas, não optar e deixar a vida nos levar – o que acaba sendo uma outra opção - pode não ser uma decisão prudente. Dependendo da situação que você se encontra, poderá mudar o rumo. Atualmente, é crescente o grupo de pessoas conhecido como workaholic que tenta reduzir a carga de trabalho para melhorar a qualidade de vida. O problema é que muitos não se dão conta que trabalham acima do limite.

Você é do tipo workaholic? Tente responder as questões a seguir e descubra se você está trabalhando mais do que deveria: Você começa a trabalhar bem cedo e termina tarde todos os dias?
Você está trabalhando mais, em relação ao ano anterior?
Você tem tirado, na média, menos de vinte dias de férias nos últimos três anos?
Tem o hábito de fracionar as suas férias ou adiá-las?

Você pensa no trabalho quando não está trabalhando?

Domingo à noite você prepara a roupa que vai usar na segunda-feira?

Sempre que tem oportunidade de frequentar eventos sociais, costuma falar sobre trabalho?

Você se sente desconfortável quando não está trabalhando?
Costuma se sentir cansado após uma noite de sono?

Caso você tenha respondido sim para quatro ou mais questões você é ou está prestes a se tornar um workholic. Para os especialistas, é o momento de rever a vida em busca de melhorar o equilíbrio entre trabalho e recreação.

Agora que você já se conhece um pouco mais, é só agir em busca de mais qualidade de vida. Segundo dizia S. Brown, "Ninguém tem a felicidade garantida. A vida simplesmente dá, a cada pessoa, tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria”.




sábado, 12 de novembro de 2011

Dicas para um ótimo atendimento


Confira como atender com excelência


A partir da experiência que adquiri desde o início do meu trabalho na empresa até a presente data, estou deixando uma dica essencial para um bom atendimento, seja ele ao telefone ou pessoalmente.
A postura correta de um profissional é de extrema importância para que se possa passar ao cliente uma imagem de credibilidade, tornando a apresentação completa e desenvolvendo um nível de comunicação de qualidade, o que facilitará toda a sequência de atendimento e também o desempenho de vendas do profissional.

É importante que todas as pessoas, sem exceção, sejam bem atendidas e sintam-se à vontade desde o momento em que chegam até o momento que saem. Sendo assim, é importante que o profissional saiba se expressar bem física e verbalmente.

Todos os profissionais devem atentar-se ao asseio, ou seja, uniforme completo, limpo e bem passado, sapatos limpos e confortáveis. Os homens devem estar sempre com a barba feita, o cabelo curto e as mãos limpas com as unhas sempre feitas, as mulheres com os cabelos presos, maquiagem leve e discreta e também com as mãos limpas e unhas feitas. Deve-se evitar o uso de perfumes doces ou fortes. Se você é fumante jamais fume em seu ambiente de trabalho e tenha uma atenção especial com o hálito.
Mantenha sempre uma postura ereta, nunca fique parado(a) de costas para o cliente e não fique sentado(a) ou debruçado(a) em mesas e balcões. Quando falar com alguém, seja um cliente ou um colega de trabalho, não fique com os braços cruzados, olhe a pessoa sempre nos olhos, não aponte o dedo, evite gesticular muito e tenha sempre um simpático sorriso no rosto.

Fale sempre de forma objetiva, evitando gírias, vícios de linguagem, erros de português e em um tom de voz equilibrado, sem gritar, mas também sem falar muito baixo. Algumas empresas têm termos técnicos para uso interno, visando facilitar a padronização e a comunicação entre a equipe, entretanto o cliente não tem a obrigação de conhecer tais expressões e estas não devem ser usadas ao falar com ele.

Use com freqüência “palavras mágicas” como boa tarde ou boa noite, seja bem vindo (a), por favor, com licença e obrigado, tanto com seus clientes como com seus colegas de trabalho.

Evite comunicar-se com os colegas de forma inadequada: não fale de longe para não ter que gritar, não discuta em situações de estresse devido a problemas operacionais ou desentendimentos e não discuta dificuldades internas da empresa na frente dos clientes.

Jamais deixe um cliente com algum tipo de dúvida, procure sempre conhecer os produtos e serviços oferecidos, procedimentos internos, horários de funcionamento e etc. para que possa passar informações completas e corretas, evitando a insatisfação do cliente.

Procure sempre manter o bom humor e a concentração, não permita que preocupações pessoais interfiram no seu trabalho, evite conversas paralelas com os colegas e evite também discutir de forma profunda assuntos como futebol, religião e política.

Tenha em mente que apesar da necessidade de seguir estes padrões você precisa imprimir um pouco da sua personalidade ao atendimento para que não se torne algo mecânico, repetitivo e artificial. Afinal, lidamos de forma direta com pessoas de diversas culturas, com opiniões e gostos diferentes e isso traz a necessidade de criarmos uma sintonia com o Interlocutor, fazendo assim um atendimento realmente personalizado. Lembre-se que seguindo estas orientações, o serviço fluirá de forma coordenada e ágil.

É importante que durante todo o processo haja comunicação objetiva e constante entre a equipe para que não ocorram erros desnecessários e também a colaboração mútua e o bom senso farão com que tudo aconteça harmoniosamente.
Nunca faça nenhuma tarefa pela metade, mantenha o seu trabalho em um ritmo ágil, mas não corrido e desordenado, seja organizado(a) e lembre-se que cada ação tem começo, meio e fim.


Regras de ouro:

Procure conhecer seus clientes mais assíduos e chame-os pelo nome.
• Não trate os clientes ou colegas de trabalho por apelidos.
• Mesmo que alguns clientes sejam seus amigos pessoais, mantenha o profissionalismo e evite intimidades e contato físico.
• Seja sempre atencioso (a) e simpático(a), tendo cuidado para não ser chato e “grudento”.
• Evite conversas muito longas com os clientes para que não atrase o seu serviço.
• Mantenha sempre a boa aparência.• Respeite as regras internas da empresa.
• Atualizem-se sempre por meio de cursos, palestras e outras atividades relacionadas ao seu trabalho.
Siga uma pequena, mas muito importante regra para lidar com o público:


“RESPEITE PARA SER RESPEITADO”.
Bom espero que possa estar lhes ajudando, mais uma vez sejam bem vindos e sucesso.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Os conselhos de Steve Jobs para jovens em início de carreira
















Os conselhos de Steve Jobs para jovens em início de carreira .

Confira as lições que o fundador da Apple e da Pixar deu a recém-formados da Universidade de Stanford, em 2005, e aprenda a aplicá-los a sua vida.

1- Siga sua curiosidade e intuição
Sem ver muito sentido no fato dos pais investirem todas as economias em uma formação que ele mesmo não sabia se teria muita utilidade, Jobs cursou apenas um semestre da graduação no Reed College, em 1976.

Nos 18 meses seguintes, dedicou-se a obedecer a sua curiosidade e intuição. Em outras palavras, passou a cursar apenas as disciplinas que, realmente, pareciam interessantes aos seus olhos.

Com isso, foi parar no curso de caligrafia da instituição de ensino. Naquela época, o conhecimento que adquiriu na disciplina não tinha “sequer um lampejo de aplicação prática” na vida dele. Dez anos depois, foram esses conceitos que balizaram toda revolução tipográfica do Macintosh.

Contudo, “se eu nunca tivesse entrado naquele simples curso na faculdade, o Mac nunca teria múltiplos tamanhos de letras ou fontes proporcionalmente espaçadas”, disse. “E já que o Windows copiou o Mac, é provável que nenhum computador pessoal as teria”.

2- Tenha fé de que tudo fará sentido no futuro
Isso leva a outra grande lição de Jobs. Quando deixou a universidade, Jobs, realmente, não sabia como seu destino iria se desenrolar. Apenas decidiu “confiar que tudo ia acabar dando certo”.
E aí vai o conselho: “Você não pode conectar os pontos olhando para frente; você apenas pode conectá-los olhando para trás”, disse. “Então, você precisa acreditar que os pontos, de alguma maneira, irão se conectar no futuro”.

3- Não tenha medo de recomeçar
Em 1985, um ano após lançar o Macintosh e nove após fundar a Apple com Steve Wozniak, foi demitido da companhia por brigas internas com o então CEO da empresa, John Sculley. “O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta se fora, e isso foi devastador”, disse.

Com o tempo, contudo, ele percebeu o lado bom dessa espécie de fracasso pessoal. “O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser um iniciante novamente”, disse. “Isso me libertou para entrar em um dos períodos mais criativos da minha vida”.
Nesse período, conheceu sua esposa, fundou a Pixar e a NeXt. Casou-se, a Pixar lançou o memorável Toy Story (que balançou as bases do cinema de animação) e a NeXt foi comprada pela Apple. Ele retornou para a empresa.
“Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple”, afirmou. “Foi um remédio de gosto ruim, mas eu acredito que o paciente precisava dele. Algumas vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé”.

4- Encontre um trabalho que você ame
“Como todo relacionamento, ele se tornará melhor e melhor conforme os anos forem passando. Então, continue procurando até você encontrar. Não sossegue”, disse.
No discurso, Jobs afirma que a paixão pelo que fazia foi a única razão para continuar – apesar das circunstâncias. Por isso, ele aconselhou:
“Você precisa encontrar o que você ama”.

Segundo ele, já que o trabalho irá ocupar uma boa parte dos seus dias, a única maneira de se sentir satisfeito com a vida é fazendo um bom trabalho. E o único meio para isso, é amando o que você faz.

5- Lembre-se que, um dia, irá morrer
Para ele, a lembrança de que a morte é certa para todos deveria dar uma nova perspectiva às vidas profissionais e pessoais. “Lembrar-se de que você irá morrer é o melhor meio que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem alguma coisa a perder”, disse. “Você já está nu. Não há nenhuma razão para não seguir seu coração”.

“Seu tempo é limitado, então não o perca vivendo a vida de outra pessoa. Não seja preso pelo dogma – que é viver em função dos pensamentos de outros. Não deixe o barulho da opinião alheia tornar a sua voz interior inaudível”, disse. “E o mais importante, tenha a coragem para seguir seu coração e intuição”.

sábado, 24 de setembro de 2011

Dicas para se dar bem em uma entrevista de emprego.


Dicas para se dar bem em uma entrevista de emprego.


Os pontos chave para se conseguir um emprego são (nessa ordem):

1. Ter uma boa qualificação/experiência
2. Ter um bom currículo (link para a parte 1 da série de artigos sobre currículos)

3. Saber ser entrevistado
Muitas pessoas ficam nervosas ao serem entrevistadas para uma vaga, muitas vezes por causa de despreparo para essa entrevista. Hoje eu quero compartilhar com vocês algumas das perguntas mais famosas que os selecionadores utilizam. Dessa forma, você pode se preparar melhor para as entrevistas e ficar mais confiante, o que pode fazer muita diferença.

Leia com atenção e prepare-se para ouvir algumas delas (se é que já não ouviu).

Sobre você
1. Fale sobre si
A maioria das entrevistas começam com esse questionamento. Isso oferece ao selecionador um primeiro contato o qual vai servir para que se possa começar a criar um perfil psicológico inicial do candidato.
1. Armadilha(s): Muitos candidatos, por não saber o que falar, falam sobre a sua vida profissional, desde seus primórdios. O selecionador não quer ouvir sua história, quer saber sobre você.
2. Resposta(s): Seja mais objetivo na sua resposta. Não enrole muito e fale diretamente sobre as suas qualidades profissionais e psicológicas, mostre-se confiante sobre isso e você já irá causar uma boa primeira impressão.
2. Quais são suas maiores qualidades?
Essa pergunta não tem segredo. A minha principal dica aqui é: não minta. Pior do que uma má impressão numa entrevista é causar uma má impressão em um trabalho que você conseguiu falando que tinha qualidades que você não tem.
1. Armadilha(s): Cuidado para não exagerar. Se você exaltar por demais as suas qualidades, você poderá parecer arrogante e causar uma má impressão no selecionador. Cuidado!
2. Resposta(s): Já tenha em mente as qualidades que mais chamam a atenção em você. Alguns bons exemplos são: Inteligente, honesto(a), facilidade de adaptação, senso de humor, facilidade de comunicação, dedicado(a), racional, pró-ativo, líder, persistente, etc.
3. Quais são seus maiores defeitos?
Tenha muito (SUBLINHADO)cuidado(/SUBLINHADO) com essa pergunta. Essa é uma das perguntas mais clássicas e que, para pessoas bem treinadas, fala muito sobre você. Veja como.
o Armadilha(s): Você admitir suas fraquezas, poderá proporcionar uma impressão de honestidade, mas uma má impressão como profissional. Da mesma forma, fazer passar uma qualidade por ponto negativo pode passar uma idéia de fuga ou artificialidade.
o Resposta(s): Diga que você não consegue lembrar de nenhuma característica profissional que possa comprometer o seu desempenho no cargo que você está concorrendo. Também tente acrescentar um ponto negativo real juntamente com a forma que você trabalha com esse ponto negativo de forma a não deixar esse problema influenciar negativamente no seu dia-a-dia.
Quais são os seus interesses pessoais?
o Armadilha(s): Essa pergunta visa basicamente saber quais atividades você tem fora do trabalho e a que ponto você está envolvido com elas. Se esse ponto ameaçar em alguma coisa o seu trabalho (muitos entrevistadores pensam em disponibilidade para horas extras, outros apenas se você cumprirá o que lhe é pedido), você pode ser automaticamente descartado.
o Resposta(s): Você pode usar essa pergunta a seu favor destacando atividades físicas e intelectuais que você exerça. Se você gosta de ler, mostre que você gosta disso, que você se mantém sempre atualizado.
Você tem disponibilidade para viajar e/ou mudar de cidade?
Essa pergunta não é nenhuma pegadinha. Normalmente quando o entrevistador faz essa pergunta, é porque a vaga que você está concorrendo será ocupada por uma pessoa que viaje ou que tenha possibilidade de mudar de cidade. O meu conselho para essa pergunta é: não feche as portas imediatamente. Diga que você poderá estudar propostas a esse respeito mas que não vê nenhum problema se a mudança for para o bem de ambos, empresa e funcionário.
Quais são seus objetivos a longo prazo?
Aqui os selecionadores querem saber qual é a sua ambição em relação à empresa. Eles querem saber se você quer ganhar a vaga apenas como um emprego temporário antes de conseguir outro melhor ou se você está entrando para seguir carreira.
o Armadilha(s): O problema aqui é que se você já falar nome de cargos altos que deseja ocupar, você pode parecer ambicioso demais (e isso pode incomodar alguns chefes ao mesmo tempo que agradar outros). Da mesma forma, se você for muito vago nessa pergunta, você pode parecer que não se preocupa muito com o seu futuro.
o Resposta(s): De forma geral, é melhor parecer um pouco mais ambicioso do que parecer vago. Uma pessoa com um pouco de ambição faz bem para a empresa porque essa normalmente é a que mais se dedica ao trabalho porque quer crescer. Portanto, tente conhecer um pouco da realidade negocial da empresa, mostrar que você já conhece um pouco sobre o que você quer ser.

Sobre sua carreira
1. Quais foram suas realizações no emprego anterior?
Quais projetos concluiu com êxito? Manteve sempre o prazo? Aumentou o faturamento da empresa? Aumentou o lucro da empresa? Reduziu custos? Motivou sua equipe? Tenha sempre respostas para essas perguntas e para outras que possam surgir sobre suas realizações. Tente relembrá-las bem como lembrar como você as realizou. Isso pode ser bem útil.
2. Qual foi a decisão mais difícil que você teve que tomar até hoje?
O objetivo dessa pergunta é te pegar desprevinido e fazer você falar a verdade, sem nenhuma resposta preparada. Se prepare antes para um possível questionamento sobre isso e explique por que a decisão foi difícil, qual foi a decisão e porque você tomou tal decisão. Falar os benefícios que você obteve também pode ajudar.
3. Você consegue lidar com pressão e prazos curtos?
Uma pergunta fácil, mas você tem que parecer convicto. Responda “Absolutamente” e dê exemplos de projetos que você trabalhou sob pressão e como você conseguiu lidar com isso.
4. Porquê está saindo do emprego atual?
o Armadilha(s): Nunca fale mal dos seus antigos empregos nem dos seus antigos chefes. Alguém que fala mal de uma empresa em que trabalhou pode muito bem falar mal da empresa que trabalha (no caso a empresa que está entrevistando).
o Resposta(s): Você pode dizer que está buscando novos horizontes e desafios, que quer trabalhar com novas pessoas, em uma empresa com uma diferente visão e política. Pode ainda dizer que está buscando alguma característica específica da empresa entrevistadora.
5. Como você se sente precisando trabalhar a noite e/ou em finais de semana?
Poucos gostam de trabalhar a noite e nos finais de semana, mas sempre evite posições negativas.
o Armadilha(s): Essa pergunta pode te eliminar se você responder negativamente. Se o entrevistador lhe perguntar isso é porque a vaga possivelmente irá necessitar de você nesse tipo de período.
o Resposta(s): Você pode falar que não se importa em trabalhar fora do horário comercial porque você gosta do que faz. Se for verdade, pode falar também que a sua família concorda com o seu trabalho fora de horário convencional porque eles sabem que o trabalho é importante para você.
6. Porquê ficou tanto tempo sem trabalhar?
Essa é uma pergunta difícil se você já está a um bom tempo fora do mercado de trabalho. Cuidado…
o Armadilha(s): Pessoas desempregadas já a algum tempo podem significar que não são bons profissionais. Os entrevistadores estão sempre de olho nisso.
o Resposta(s): Tente enfatizar que você esteve fora por vontade própria, porque você procurava um emprego que atendesse às suas expectativas, tal como a vaga que você está tentando preencher.
7. Porquê você teve tantos empregos?
o Normalmente o entrevistador não busca uma pessoa que irá sair logo da empresa. Dessa forma, se você tiver um currículo com diversas passagens por diversas empresas em um curto período de tempo, pode ser um ponto negativo.
o Resposta(s): Antes de mais nada, se você teve muitos empregos em menos de um ano, considere em remover os menos importantes do seu currículo. É melhor ver uma pessoa que passou um tempinho desempregada do que uma pessoa que fica pulando de emprego em emprego. Você pode responder essa pergunta falando que você esteve em vários empregos como uma forma de crescimento profissional, que você estava em busca de conhecimentos necessários para entrar numa vaga que precisasse de tais conhecimentos.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Lição de Vida: Lute Como um Gladiador



Sucesso, reconhecimento, fama, glória...
Muitos de nós lutamos por motivos assim.
Mas não se contrói um bom nome da noite para o dia.






É preciso trabalhar muito.
Ainda que haja tropeços e quedas.
É preciso superar os obstáculos.
É preciso ter motivação, perseverar, insistir...

A vida é uma sucessção de batalhas.

Emprego, família, amigos: todos nós temos um status atual.

"Irmãos... O que fazemos em vida... ecoa na eternidade."

E temos também expectativas com relação ao futuro.

"Em três semanas, esterei fazendo minha colheita. Imaginem onde estarão...
...e assim o será."

No entanto, as reviravoltas do destino nos surpreendem.
A grandeza é uma visão.
Exatamente. Uma Visão.
Nem sempre dá para se fazer só o que gostamos.
Mas aquele que gosta do que faz e sente orgulhoso em fazer melhor.
A cada dia vai mais longe.

Há momentos de calmaria...
E há momentos agitados, deicisivos, em que a boa intenção não basta.
É quando a vida nos cobra coragem, arrojo, criatividade e um inabalável espírito de luta.


A verdade é que os problemas e os reverses ocorrem com maior frequência do que gostamos.

Os tempos mudam. Surgem novos desafios e novos objetivos.
Os guerreiros olham nos olhos do futuro sem medo e sem arrogância, mas com a confiança de quem está pronto para o combate.
Viver é também estar preparado para as situações difíceis.

O modo como encaramos as dificuldades é que faz a diferença.
As vezes nos perguntamos, como enfrentar as mudanças radicais, que se apresentam diante de nós?
Como atuar num novo cenário, onde coisas que fazíamos tão bem presisam ser reaprendidas?

"Força e honra!"
Como lutar sem deixar para trás valores fundamentais?
E mais: como saber a medita exata a ser tomada no momento certo?
O incrível é que justamente diante de situações adversas, muitos redescobrem o que têm de melhor.
A ética, a amizade, a capacidade de criar novas estratégias, fundamentadas na experiência:
O talento para promover alianças positivas.
O espírito de liderança.
A consciência da força que reside no verdadeiro trabalho em equipe.
Tudo isso aflora quando as cirtunstâncias exigem.

Quando se sabe que existe um objetivo maior a ser alcançado.
Claro que não é fácil abandonar hábitos, costumes...
Não é fácil adaptar-se aos novos meios, ou usar recursos aos quais não estávamos familiarizados.
Mas todo guerreiro sabe que pessimismo e insegurança, nessa hora só atrapalham.
Ainda que a ameaça venha de vários lados, com agilidade, força e determinação podemos alcançar o resultado.

A combinação de energia e inteligência, assim como o equilíbrio entre a razão e a emoção são fundamentais para o sucesso.
É uma sensação extremamente agradável chegar ao fim de uma etapa com a consciência do dever cumprido.
E obter a consagração, o respeito de todos.
O reconhecimento dos colegas... a admiração das pessoas que amamos...
Ouvir o próprio nome com orgulho.

Aquele orgulho de quem viu nos obstáculos a oportunidade de crescer.
O orgulho de quem soube enfrentar as turbulências da vida e vencer...
O orgulho de ser um vencedor que não abriu mão dos seus valores fundamentais.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Saiba o que fazer para ser efetivado no seu emprego temporário!


Todos os anos, muitos trabalhadores são efetivados por destacarem-se em suas atividades. O fato de ser contratado para uma vaga de emprego temporário exige do trabalhador certo nível de preparo. Mesmo tratando-se de uma situação para um curto prazo, existem sim chances de efetivação. Para isso é importante que o colaborador dê seu máximo nesta nova etapa profissional.


Para que a efetivação seja realizada é preciso que sete coisas aconteçam:

1. A empresa tem que sentir necessidade de absorver para seu quadro uma maior quantidade de pessoas;

2. O trabalhador deve destacar-se em meio aos demais, pois a chances de que todos os temporários tornem-se efetivos é muito pequena.
Como, por parte do trabalhador, só e possível controlar sua performance. Seguem algumas dicas para aumentar as chances de você ser o escolhido:

3• Invista em você: é muito importante que a empresa perceba que você está investindo em você, com o objetivo de capacitar-se para o mercado de trabalho. Busque cursos na internet, leia livros importantes na sua área, converse com pessoas interessantes e, principalmente, coloque em prática seu conteúdo.

4• Mantenha-se atento e interessado: funcionário que mal chega no novo emprego e já vai questionando sobre seus “direitos” quase sempre não é bem visto. Mostre trabalho, entenda os processos, maximize seu nível de contribuição. Esteja atento aos detalhes e demonstre interesse pela empresa (e pelos seus resultados).

5• Saiba trabalhar em equipe: um dos aspectos do trabalhador, muito valorizado atualmente nas organizações, é saber trabalhar em equipe. As empresastêm buscado colaboradores que pensem no grupo e que saibam se relacionar com os colegas. Assim, desenvolver a capacidade de adaptação e flexibilidade é fundamental. Em empresas de menor porte isso se torna ainda mais explícito, pois os funcionários devem estar preparados para exercer mais que uma função ao mesmo tempo e mudar de responsabilidades, dependendo das necessidades do negócio. Evite viver centrado apenas nos seus afazeres. É importante lembrar que bom desempenho de uma empresa depende do trabalho executado pela sua equipe.

6• Saiba ouvir: respeitar a opinião dos seus colegas de trabalho é uma tarefa que possibilita reconhecimento, confiança e valorização, permitindo estabelecer uma relação de respeito profissional. Idéias sensacionais podem surgir quando se permite ouvir novas idéias e conseqüentemente perceber que estas contribuições, podem melhorar e aperfeiçoar a idéia inicial. Um gestor benevolente sabe ouvir cada contribuição da equipe, sem superestimar o potencial intelectual humano.

7•
Seja positivo: se você for todo dia para o trabalho com vibrações positivas, as pessoas vão considerá-lo aquele tipo de pessoa que sabe lidar com a tensão, as incertezas e os problemas. Ou seja, alguém que não faz tempestades em copo d´agua, que se mantém calmo, sereno, confiante e controlado. Mostre-se otimista o tempo todo. Assim que os outros começarem a encará-lo como uma pessoa de temperamento alegre e positivo, vão ter vontade de ficar, cada vez mais, a seu lado e com isso a possibilidade de quererem você por mais tempo na empresa só aumenta.

Entrevista de emprego: Saiba lidar com as perguntas mais comuns

Os pontos chave para se conseguir um emprego são (nessa ordem):
1. Ter uma boa qualificação/experiência
2. Ter um bom currículo (link para a parte 1 da série de artigos sobre currículos)
3. Saber ser entrevistado
Muitas pessoas ficam nervosas ao serem entrevistadas para uma vaga, muitas vezes por causa de despreparo para essa entrevista. Hoje eu quero compartilhar com vocês algumas das perguntas mais famosas que os selecionadores utilizam. Dessa forma, você pode se preparar melhor para as entrevistas e ficar mais confiante, o que pode fazer muita diferença.

Leia com atenção e prepare-se para ouvir algumas delas (se é que já não ouviu).
Sobre você
1. Fale sobre si
A maioria das entrevistas começam com esse questionamento. Isso oferece ao selecionador um primeiro contato o qual vai servir para que se possa começar a criar um perfil psicológico inicial do candidato.
1. Armadilha(s): Muitos candidatos, por não saber o que falar, falam sobre a sua vida profissional, desde seus primórdios. O selecionador não quer ouvir sua história, quer saber sobre você.
2. Resposta(s): Seja mais objetivo na sua resposta. Não enrole muito e fale diretamente sobre as suas qualidades profissionais e psicológicas, mostre-se confiante sobre isso e você já irá causar uma boa primeira impressão.
2. Quais são suas maiores qualidades?
Essa pergunta não tem segredo. A minha principal dica aqui é: não minta. Pior do que uma má impressão numa entrevista é causar uma má impressão em um trabalho que você conseguiu falando que tinha qualidades que você não tem.
1. Armadilha(s): Cuidado para não exagerar. Se você exaltar por demais as suas qualidades, você poderá parecer arrogante e causar uma má impressão no selecionador. Cuidado!
2. Resposta(s): Já tenha em mente as qualidades que mais chamam a atenção em você. Alguns bons exemplos são: Inteligente, honesto(a), facilidade de adaptação, senso de humor, facilidade de comunicação, dedicado(a), racional, pró-ativo, líder, persistente, etc.
3. Quais são seus maiores defeitos?
Tenha muito (SUBLINHADO)cuidado(/SUBLINHADO) com essa pergunta. Essa é uma das perguntas mais clássicas e que, para pessoas bem treinadas, fala muito sobre você. Veja como.
o Armadilha(s): Você admitir suas fraquezas, poderá proporcionar uma impressão de honestidade, mas uma má impressão como profissional. Da mesma forma, fazer passar uma qualidade por ponto negativo pode passar uma idéia de fuga ou artificialidade.
o Resposta(s): Diga que você não consegue lembrar de nenhuma característica profissional que possa comprometer o seu desempenho no cargo que você está concorrendo. Também tente acrescentar um ponto negativo real juntamente com a forma que você trabalha com esse ponto negativo de forma a não deixar esse problema influenciar negativamente no seu dia-a-dia.
4. Quais são os seus interesses pessoais?
o Armadilha(s): Essa pergunta visa basicamente saber quais atividades você tem fora do trabalho e a que ponto você está envolvido com elas. Se esse ponto ameaçar em alguma coisa o seu trabalho (muitos entrevistadores pensam em disponibilidade para horas extras, outros apenas se você cumprirá o que lhe é pedido), você pode ser automaticamente descartado.
o Resposta(s): Você pode usar essa pergunta a seu favor destacando atividades físicas e intelectuais que você exerça. Se você gosta de ler, mostre que você gosta disso, que você se mantém sempre atualizado.
5. Você tem disponibilidade para viajar e/ou mudar de cidade?
Essa pergunta não é nenhuma pegadinha. Normalmente quando o entrevistador faz essa pergunta, é porque a vaga que você está concorrendo será ocupada por uma pessoa que viaje ou que tenha possibilidade de mudar de cidade. O meu conselho para essa pergunta é: não feche as portas imediatamente. Diga que você poderá estudar propostas a esse respeito mas que não vê nenhum problema se a mudança for para o bem de ambos, empresa e funcionário.
6. Quais são seus objetivos a longo prazo?
Aqui os selecionadores querem saber qual é a sua ambição em relação à empresa. Eles querem saber se você quer ganhar a vaga apenas como um emprego temporário antes de conseguir outro melhor ou se você está entrando para seguir carreira.
o Armadilha(s): O problema aqui é que se você já falar nome de cargos altos que deseja ocupar, você pode parecer ambicioso demais (e isso pode incomodar alguns chefes ao mesmo tempo que agradar outros). Da mesma forma, se você for muito vago nessa pergunta, você pode parecer que não se preocupa muito com o seu futuro.
o Resposta(s): De forma geral, é melhor parecer um pouco mais ambicioso do que parecer vago. Uma pessoa com um pouco de ambição faz bem para a empresa porque essa normalmente é a que mais se dedica ao trabalho porque quer crescer. Portanto, tente conhecer um pouco da realidade negocial da empresa, mostrar que você já conhece um pouco sobre o que você quer ser.
Sobre sua carreira
1. Quais foram suas realizações no emprego anterior?
Quais projetos concluiu com êxito? Manteve sempre o prazo? Aumentou o faturamento da empresa? Aumentou o lucro da empresa? Reduziu custos? Motivou sua equipe? Tenha sempre respostas para essas perguntas e para outras que possam surgir sobre suas realizações. Tente relembrá-las bem como lembrar como você as realizou. Isso pode ser bem útil.
2. Qual foi a decisão mais difícil que você teve que tomar até hoje?
O objetivo dessa pergunta é te pegar desprevinido e fazer você falar a verdade, sem nenhuma resposta preparada. Se prepare antes para um possível questionamento sobre isso e explique por que a decisão foi difícil, qual foi a decisão e porque você tomou tal decisão. Falar os benefícios que você obteve também pode ajudar.
3. Você consegue lidar com pressão e prazos curtos?
Uma pergunta fácil, mas você tem que parecer convicto. Responda “Absolutamente” e dê exemplos de projetos que você trabalhou sob pressão e como você conseguiu lidar com isso.
4. Porquê está saindo do emprego atual?
o Armadilha(s): Nunca fale mal dos seus antigos empregos nem dos seus antigos chefes. Alguém que fala mal de uma empresa em que trabalhou pode muito bem falar mal da empresa que trabalha (no caso a empresa que está entrevistando).
o Resposta(s): Você pode dizer que está buscando novos horizontes e desafios, que quer trabalhar com novas pessoas, em uma empresa com uma diferente visão e política. Pode ainda dizer que está buscando alguma característica específica da empresa entrevistadora.
5. Como você se sente precisando trabalhar a noite e/ou em finais de semana?
Poucos gostam de trabalhar a noite e nos finais de semana, mas sempre evite posições negativas.
o Armadilha(s): Essa pergunta pode te eliminar se você responder negativamente. Se o entrevistador lhe perguntar isso é porque a vaga possivelmente irá necessitar de você nesse tipo de período.
o Resposta(s): Você pode falar que não se importa em trabalhar fora do horário comercial porque você gosta do que faz. Se for verdade, pode falar também que a sua família concorda com o seu trabalho fora de horário convencional porque eles sabem que o trabalho é importante para você.
6. Porquê ficou tanto tempo sem trabalhar?
Essa é uma pergunta difícil se você já está a um bom tempo fora do mercado de trabalho. Cuidado…
o Armadilha(s): Pessoas desempregadas já a algum tempo podem significar que não são bons profissionais. Os entrevistadores estão sempre de olho nisso.
o Resposta(s): Tente enfatizar que você esteve fora por vontade própria, porque você procurava um emprego que atendesse às suas expectativas, tal como a vaga que você está tentando preencher.
7. Porquê você teve tantos empregos?
o Normalmente o entrevistador não busca uma pessoa que irá sair logo da empresa. Dessa forma, se você tiver um currículo com diversas passagens por diversas empresas em um curto período de tempo, pode ser um ponto negativo.
o Resposta(s): Antes de mais nada, se você teve muitos empregos em menos de um ano, considere em remover os menos importantes do seu currículo. É melhor ver uma pessoa que passou um tempinho desempregada do que uma pessoa que fica pulando de emprego em emprego. Você pode responder essa pergunta falando que você esteve em vários empregos como uma forma de crescimento profissional, que você estava em busca de conhecimentos necessários para entrar numa vaga que precisasse de tais conhecimentos.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

04 Passos para crescer dentro da empresa





Apesar de muitas empresas estabelecerem políticas de desenvolvimento de carreira para seus funcionários, é cada vez mais necessário que o profissional seja o verdadeiro responsável por seu crescimento dentro da companhia – e quem não faz isso pode ficar em grande desvantagem. “O colaborador precisa estar antenado com a realidade da moderna prática de gestão empresarial, na qual fica transferida aos empregados a gestão de seu próprio plano de carreira, ou seja, se ele não estiver atento nem buscar seu próprio desenvolvimento nas organizações, acabará à margem desse processo, pois outros o farão na sua frente”, afirma Fernando Montero da Costa, diretor de operações da Human Brasil especializada em recrutamento e seleção de pessoas.
Esse especialista ressalta quais são as desvantagens de um profissional não visar ao crescimento dentro da empresa em que trabalha, confira:
• Deixar de contar com um maior compromisso da companhia em seu favor.
• Ter menos motivação e segurança no emprego.
• Obter uma remuneração total mais baixa a médio prazo.
• Possuir menor nível de informação e comunicação.
• Ter pouca clareza no que tange aos objetivos de seu trabalho.
Se você quer evitar essas desvantagens, comece agora mesmo a pensar em seu crescimento dentro da empresa. No entanto, não basta querer, é preciso demonstrar sua vontade por meio de atitudes e ações comportamentais. Mas de que maneira fazer isso? Como são várias as dúvidas, realizamos uma pesquisa na e-zine Motivação para saber quais são os maiores questionamentos dos profissionais que desejam crescer na companhia em que trabalham. Após receber muitas respostas de nossos leitores, podemos dizer que, geralmente, as quatro principais são:

1. Como avaliar se há condições de crescimento dentro da organização?
2. De que forma comunicar o desejo de crescer?
3. O que fazer efetivamente para aumentar as chances de crescimento?
4. Quanto tempo esperar para crescer?
Para ajudar a solucionar essas questões, além de outras que derivam das acima citadas, conversamos com alguns especialistas. Eles trazem diversas respostas que servirão para sua caminhada rumo ao crescimento profissional dentro da empresa.

Como avaliar se há condições para crescer dentro de uma organização?
Primeiramente, é fundamental pensar em todas as possibilidades de crescimento que podem existir nela. Na opinião de Margareth Bianchini, professora da pós-graduação oferecida pela Faculdade Educacional da Lapa (FAEL) e Instituto Chiavenato, viabilizada pelo Sistema Eadcon, o profissional pode analisar as seguintes possibilidades:

Dentro da empresa e da ocupação – Olhe ao redor e verifique se em sua atual função é possível atingir níveis hierárquicos mais altos ou crescer de forma horizontal, isto é, não há possibilidade de chegar ao nível gerencial, mas você pode conquistar melhorias e desafios continuamente nesse mesmo cargo. Responda a si mesmo, com sinceridade, se uma dessas hipóteses lhe deixa feliz.
• Dentro da companhia e fora da ocupação – Muitas pessoas almejam crescer na organização, mas não necessariamente na atual função que desempenham. Nesse caso, é importante analisar as oportunidades que a empresa oferece dentro da ocupação desejada.

Margareth lembra também que é possível pensar em crescimento fora da empresa e dentro da ocupação ou fora dela e da ocupação. Ela ressalta as vantagens e as desvantagens de refletir sobre o crescimento fora ou dentro da atual organização: “Como vantagem, coloco a segurança de já conhecer os processos/pessoas.

Várias empresas que têm programas de recolocação interna oferecem essa oportunidade aos colaboradores. Já outras não valorizam os funcionários e preferem buscar um profissional no mercado. Agora, se para você fazer carreira na organização é necessário que seu chefe morra, mude de empresa o mais rápido possível. E, para saber isso, é importante conhecer a cultura organizacional de onde você trabalha”.
Essas informações nem sempre estão claras na maioria das companhias. É mais fácil percebê-las nas que já possuem plano de carreira formatado. Nas que não têm, como citou Margareth, faz-se necessário conhecer a cultura organizacional, prestando atenção nas promoções, oportunidades e decisões da empresa. Fernando sugere que o profissional analise se a organização:
• Proporciona segurança.
• Contrata e seleciona pessoas com rigorosidade.
• Descentraliza suas decisões.
• Tem amplo programa de formação profissional.
• É um lugar onde existem pequenas diferenças entre categorias profissionais.
• Compartilha informações.
• Possui uma remuneração baseada em benefícios, resultados, objetivos ou indicadores estratégicos.

Segundo Fernando, essas práticas descritas condizem com uma gestão de alta performance e podem garantir “êxito sustentável” ao longo do tempo à empresa e, consequentemente, ao funcionário. Para o especialista Gilberto Guimarães, professor do Ibmec São Paulo, consultor da Fundação Getulio Vargas (FGV), palestrante e diretor da multinacional francesa BPI Groupe no Brasil (consultoria em RH e reorientação profissional especializada), essa questão se resume em uma única pergunta: você sente prazer em trabalhar nessa companhia? “Fazer sucesso significa realizar o que mais se gosta na vida e ser pago por isso. Caso a empresa em que a pessoa esteja permita isso, ótimo, se não, ela deve mudar”.

Como comunicar o desejo de crescer?
De acordo com Margareth, uma das primeiras coisas que o profissional precisa fazer quando decide planejar seu crescimento dentro da empresa é conversar com seu chefe: “Fale com seu superior para colocá-lo a par de suas intenções e explicar que deseja novos desafios. Essa atitude evitará que você fique com a imagem de traidor, ou a famosa frase ‘passou por cima de mim’, muito comum nas companhias”. Além disso, Gilberto lembra que ninguém chega ao sucesso sozinho: “A melhor forma de conquistá-lo é associar-se a um líder que faz sucesso, pois se ele cresce, você também vai junto. Então, tenha um chefe fantástico”.

Fernando explica que, ao comunicar seu desejo de crescimento ao superior imediato, você poderá contar com o chamado “patrocinador” interno de sua carreira profissional dentro da empresa. “Esse tem sido um dos papéis essenciais dos líderes. Para eles, saber quem deseja se tornar um profissional de alta performance dentro da organização é um diferencial. Os colaboradores que tomam essa iniciativa e expressam de forma direta a seu superior que têm real interesse nisso podem contribuir para a aceleração de seu próprio processo de desenvolvimento dentro da companhia”, explica. Afinal, ao conversar com o chefe, pode se tornar mais claro se é possível crescer ou não e, até mesmo, traçar um plano de evolução profissional.

Agora, qual é a melhor hora para fazer isso? Segundo Bernt Entschev, que trabalha na área de Executive Search há mais de 20 anos, é presidente da De Bernt Entschev Human Capital e já foi eleito o quarto melhor head-hunter do Brasil pelo Canal RH, a hora e a forma ideal de falar dependerão do momento da empresa e do perfil de seu chefe: “Não há uma regra. Pode ser em um café, reunião ou almoço, o fundamental é que seja a sós”. Além dessas ocasiões, Fernando sugere as reuniões de trabalho para apresentação de resultados e recebimento de feedback de sua chefia, além dos períodos em que se realizam as avaliações anuais de desempenho. “Nesses encontros, é importante deixar claro e reforçar o real interesse que se tem em crescer na própria empresa”. No entanto, não basta comunicar ao chefe o desejo de crescimento, é essencial traduzir isso em seu comportamento diário, ou seja, em ações que mostrem o que você realmente quer.

O que fazer efetivamente para aumentar as chances de crescimento?
Quando você ainda estiver falando com seu chefe sobre o desejo de crescer, procure obter algumas informações, como: qual é a visão dele sobre seu desempenho, o que ele considera como pontos fortes e fracos em você e quais são as competências que precisa desenvolver ou adquirir para aumentar suas chances de crescimento na função que almeja. Com essas informações será mais fácil responder uma pergunta que, segundo Fernando, é fundamental para qualquer um que deseja crescer:
“Meu desempenho profissional é realmente eficaz?”. Caso sua análise seja negativa, você já tem com as respostas do chefe – alguns pontos de partida para planejar o que fazer a fim de melhorar seu desempenho – tendo em vista o crescimento.

Além de se capacitar para melhorar sua performance, existem outros fatores que podem aumentar suas chances de crescimento dentro da empresa. Margareth destaca algumas questões básicas do bom comportamento que podem fazer toda a diferença para um profissional. “Vestir-se adequadamente, falar baixo, não dar gargalhadas para a companhia inteira ouvir, não utilizar produtos e serviços da empresa para uso pessoal (impressões, ligações, e-mails particulares), portar-se de forma elegante com as ferramentas de comunicação (e-mail, por exemplo), evitar passar “correntes”, ligar vídeos com som muito alto, colocar o celular no vibra call a fim de que o barulho das chamadas não atrapalhe ninguém, etc. são boas maneiras importantíssimas.

O profissional precisa ter consciência de que não deve fazer a ninguém o que ele não quer que façam para ele”.
Essa questão comportamental é tão importante que algumas empresas deixam bem claro para seus funcionários que conhecimento técnico não é suficiente para crescer dentro da instituição. Na Apolar, imobiliária paranaense, é fundamental exercer os valores da companhia, por exemplo: gastar menos do que se ganha, ser fiel à família e empresa, respeitar o ser humano e ter sinergia (integração + energia). “Acreditamos que o conhecimento técnico não é o único fator para crescer na Apolar. Ele é necessário, mas a pessoa também precisa ter objetivos claros e praticar os valores defendidos pela empresa”, comenta Jean Michel Patrick Tumeo Galiano, superintendente da imobiliária.

Margareth também sugere dicas para se relacionar adequadamente com os superiores. “Respeite o papel que seu chefe tem dentro da organização. Portanto, use sempre as ‘palavras mágicas’, como: ‘Por favor’, ‘Com licença’, ‘Obrigado(a)’, entre outras, informe com certa antecedência aonde vai, por que sairá mais cedo ou chegará mais tarde e, por último, mas não menos importante, tenha em mente que seu superior pode até ser seu amigo, mas na empresa a relação tem de ser profissional. Por isso, evite fofocas, brincadeiras e intimidades”. Fernando destaca de forma resumida outros pontos necessários para o profissional que deseja crescer dentro da companhia:

• Geração de valor agregado aos resultados da empresa.
• Demonstração de capacidade para liderar.
• Promoção do trabalho em equipe.
• Capacidade de desenvolver seu próprio talento profissional e de sua equipe.
• Demonstração de aptidão na resolução de problemas complexos.
• Espírito de inovação.
• Tomada de riscos calculados.
• Construção e manutenção de redes de relacionamentos duráveis.
• Respeito e integridade.
• Comunicação efetiva.

Gilberto destaca que todas essas questões são muito importantes e que, além delas, o profissional sempre tem de lembrar que é fundamental gerar resultados concretos. “O time pode fazer o maior esforço em campo, mas, se cair para a segunda divisão, ninguém será premiado. O esforço é essencial, porém é preciso ganhar o jogo.”

Quanto tempo esperar?
Suponhamos que você avaliou que possui chances de crescer na empresa em que trabalha, já conversou com seu chefe sobre isso e tem seguido todas as dicas sugeridas pelos especialistas. No entanto, até agora nada. Será que é possível falar em prazo, ou seja, quanto tempo um funcionário precisa esperar para que a companhia faça algo efetivo em prol de seu crescimento? De acordo com Bernt, o tempo varia de cargo e empresa, podendo demorar meses ou anos. “Não dá para especificar, porém acredito ser fundamental que o indivíduo perceba sinalizações de que a organização deseja investir em seu crescimento, como: incentivo a participação de comitês, grupos de trabalho, cursos, responsabilidades fora da função, entre outros.”
Gilberto volta a um ponto importante: proporcionar resultados para a empresa. “Se ele fez isso e a organização não lhe deu retorno, algo está errado. Mas se o colaborador não gerou resultado ou o resultado gerado não for perceptível para a companhia, ele não tem do que reclamar”. Talvez, seja necessário conversar com seu chefe para verificar se você apresentou o resultado esperado e se há alguma previsão para seu próximo passo dentro da empresa, porém você somente saberá se estiver disposto a continuar esperando. “A carreira é um processo pessoal, ou seja, cada um saberá quanto tempo estará decidido a aguardar para receber novos desafios”, avisa Margareth.






domingo, 10 de julho de 2011

Dicas de como melhorar sua imagem no trabalho.

Quando falamos de imagem sempre tendemos a interpretar como a aparência física, mas esta não é a única imagem a qual devemos prestar atenção. É nossa imagem pessoal a que, finalmente, pode facilitar um avanço profissional, ou promover a estagnação e até uma demissão.
Apresento alguns conselhos para melhorar a imagem pessoa e profissional no trabalho, para que possa fazer com que os outros interpretem você como uma pessoa pró-ativa, valiosa e muito eficiente.


1º - A imagem pessoa e a higiene dizem muito sobre uma pessoa. Não falo de fazer cirurgias plásticas em todo o corpo, e sim de procurar sempre usar roupas limpas e passadas, de manter o cabelo em ordem e ter uma aparência pessoa pura, higiênica e saudável. Chegar à empresa sempre “nos trinques”, com uma boa fragrância de perfume, pode ser um grande passo para elevar sua imagem pessoa no trabalho.
A nível profissional, o sorriso pode ser sua mais valiosa ferramenta. Ter otimismo, ou ao menos não se deixar levar pelo pessimismo, é algo fundamental, já que nos predispõe à resolução de conflitos e não a indisposição ou abandono do trabalho. Mantenha um sorriso na cara, deixando de fora da empresa os problemas pessoais, o estresse e os conflitos próprios.

2º - Deve ser pontual antes de mais nada, chegar à empresa uns 5 minutos antes da hora de início do expediente e sempre chegar a tempo nas reuniões. Esta não é somente a melhor maneira de demonstrar que você respeita o tempo dos outros, e sim que, além disso, abre um precedente que os outros irão querer imitar, fazendo valer seu próprio tempo.

3º - Sempre deve ser respeitoso e não se deixe levar pelos comentários da empresa. Lembre-se que hoje lhe conta uma fofoca, pode amanhã estar falando sobre você pelas costas. A melhor maneira de prevenir este efeito bola de neve é cortar os comentários maldosos pela raiz.
Não seja parte disso, decline os comentários com educação e elegância, e mantenha uma boa relação com seus colegas, subalternos e superiores por igual, sempre baseada no respeito e em um nível profissional.
A atitude e a forma de encarar seu trabalho fará que você se sinta muito melhor consigo mesmo e com suas tarefas. Se está confortável e se sente bem, sua atitude para com os outros melhorará substancialmente, e com isso, também a sua imagem.

sábado, 18 de junho de 2011

5 Dicas Excelentes Sobre a Lei da Atração

De acordo com a Lei da Atração, sua vida não deverá ser difícil, e não necessita custar muito caro. A verdade é que há um grande número de coisas que você pode começar a fazer por você mesmo, que haverá um impacto positivo em sua vida. Aqui estão as táticas sobre a Lei da Atração que irão acionar o melhor para sua vida.

Dica 1 - Atitude Positiva - Um dos métodos mais simples que você pode melhorar a sua qualidade de vida usando a Lei da Atração é manter um olhar positivo. Quando você tem uma atitude positiva diante da vida, há uma boa chance que você atrairá outras pessoas positivas, efeitos, e transformações em sua vida. Mesmo que algumas coisas em sua vida não parecam tão boas, sempre mantenha uma atitude positiva, isso pode levar a transformação que você realmente quer. Na realidade, seu pensamento positivo está te preparando para a hora que as coisas melhorarem. Sempre veja o melhor de tudo e de todos.

Dica 2 - Viasualização - Outra técnica essencial é para desenvolver o seu “quadro de vizualização“. Quando você visualiza, você materializa. É vital que você visualize (imagem do futuro) onde você quer estar. Sempre e somente visualize o resultado final. Retrate você trabalhando numa empresa que você admira, ou na sua própria empresa, você dirigindo um carro caro e de luxo, estando bem financeiramente, e você terá a habilidade de desenhar aquilo que você precisa para transformar o desejo em realidade. Você nunca poderá atingir o seu desejo se não tiver o retrato do resultado final. Por exemplo:
Meus Objetivos para 2011 - “Quadro de Vizualizações”

1. Ganhar salário de R$ 15.000,00.
2. Ser coordenador da minha empresa - Até em 5 de dezembro de 2012.
3. Compra do meu apartamento - realizado em 2 de Fevereiro de 2011.
4. Trocar de carro até o mês de setembro de 2011.
5. Construir um site que ajude pessoas a melhorar suas vidas - objetivo completo em 12 de Abril de 2011
6. Fazer R$1 mil extra no mês de Julho
7. Compra um carro novo (BMW 645i)
8. Morar de frente a Praia (Foto da Casa)
9. Viajar com a família para a Disney em Dezembro 2012.
10. Compra um TV de 43″ - Ganhei de presente em 7 de Maio de 2011
11. Comprar um novo Laptop (qualquer marca) - Fui presenteado no dia 02 de Maio de 2011
assim por diante…

Dica 3 - Afirmações - Frequentemente,a palavra afirmação conjuga imagens de como outras pessoas confirman seus desejos ou necessidade, mas quando isso é levado em conta na Lei da Atração, afirmações são excelentes ferramentas. Você deve começar a escrever num papel o que você realmente quer, e falar repetidamente para você mesmo. Quanto mais você falar ou pensar alto sobre os seus desejos, mais rápido será realizado.

Dica 4 - Sempre mantenha-se de olho no objetivo - Manter o foco em suas ambições é uma técnica essencial quando consederando a Lei da Atração. É necessário manter-se na linha para atingir seu objetivo com êxito. Você não quer que outras coisas em sua vida influenciem e acabem tirando você do real caminho para atingir os seus desejos. Quanto mais focado você esteja em seus objetivos, mais fácil será de atingi-los.

Dica 5 - Progredindo sempre - É necessário que você tome atitude (entre em ação) para que as coisas mudem. Você pode concretizar a quantidade que quiser de desejos em sua vida, mas se você ficar esperando que eles se concretizem por eles mesmo e não entrar em ação para que acontecam , nada se manifestará. Assim que você começar a ter pensamentos positivos sobre algo, retrate onde você quer estar, use afirmações, e mantenha o foco em suas ambições, daí você estará pronto para progredir ao seu objetivo. Não importa se você atingir grande ou pequenos passos, mas é vital que você sempre esteja progredindo a frente e não somente parado no mesmo lugar.

Cada uma dessas estratégias é importante, e se você souber usar todas elas juntas, inevitavelmente você obterá resultados em sua vida. Começe a usar as técnicas da Lei da Atração e boas coisas virão até você.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Como se comportar numa reunião

Em uma reunião, o mais importante é ser o centro da atenção. Quem não é visto, nem ouvido, nunca será lembrado. Aqui vão as 6 dicas básicas de como se comportar numa reunião:

1º Ofereça-se para fazer a ata. Isso lhe dará oportunidade de fazer seguidas interrupções para esclarecer o que foi falado.

2º Sempre comece qualquer comentário elogiando à pessoa que terminou de falar, dependendo é claro do ela tenha dito.

3º Se alguém disser alguma coisa útil, repita o que foi falado, mas mudando as palavras, de modo que a sua intervenção pareça um complemento, e não um plágio. Por exemplo, se alguém diz: "precisamos implantar urgente um serviço de atendimento ao cliente", elogie a proposta e diga: "por coincidência, ontem eu li uma pesquisa sobre esse tema, e descobri que a maior parte dos clientes, em geral, não se consideram bem atendidos".

4º Transfira a responsabilidade. Se alguém lhe perguntar alguma coisa que você não sabe, indique alguém da mesa como o melhor especialista da empresa naquele assunto.

5º Quando o chefe estiver falando, concorde com a cabeça, mesmo que naquele momento você esteja pensando em outra coisa.

6º Quando um voluntário for solicitado para uma tarefa, levante imediatamente a mão, e indique alguém presente para ajudar você na tarefa. De preferência, alguém que tenha mais afinidade.

Muita coisa mudou nas empresas nos últimos 100 anos, menos uma coisa: as reuniões. Elas são como as baratas: todo mundo fala em acabar com elas, mas até hoje, ninguém conseguiu. Por isso, lembre-se: "Qualquer especialista, um dia, vai se tornar obsoleto, menos um: o especialista em reuniões."

sábado, 21 de maio de 2011

Aprenda a Controlar os seus Gastos

Ao final do mês você tem aquela sensação de que não sabe onde seu dinheiro foi parar? Pois saiba que é possível monitorar os seus gastos e descobrir quais os pontos críticos de sua rotina de gastos e o que fazer para equilibrar suas finanças.

Siga as orientações a seguir para criar um eficiente plano de controle de gastos:

• Compre uma agenda, caderno ou utilize um programa de computador como o Excel para criar uma planilha. Faça duas colunas, uma para despesas, à esquerda, e outra para o saldo, à direta;

• Anote ao longo do dia todas as despesas e gastos que você tiver. Guarde recibos e notas fiscais. É importante fazer anotações para não confiar apenas na memória ao final do dia;

• Chegando em casa, pegue sua planilha e lance na coluna de despesas a data e todos os gastos que você teve, um abaixo de outro, com seus respectivos valores;

• Na coluna da direita, anote o total dos gastos do dia;

• Faça uma linha horizontal abaixo, cortando as duas colunas para encerrar o dia;

• No dia seguinte, repita o processo logo na sequencia. Mas na coluna da direita, anote não apenas o total de gastos do dia, mas também o saldo, que será a soma do total do dia anterior o total deste dia;

• Ao final do terceiro dia, anote na coluna da direita o total dos gastos do dia e o saldo, que será a soma do saldo anterior com o total de gastos deste dia;

• Repita o processo até completar um mês de anotações. Perceba que o saldo deverá ser sempre cumulativo, de modo que ao final de um mês de anotações você saiba não só quanto gastou em cada dia como também como gastou no total;

• Agora você saberá exatamente o quanto gastou ao final de um mês de anotações! A partir daqui inicie o próximo mês em uma nova folha, com o saldo zerado novamente.

De posse da planilha completa, se perceber que o total de gastos do período de um mês foi mais elevado que o esperado, é hora de tentar mudar o quadro. Analise sua planilha e identifique os gastos mais elevados. Certifique-se de que são realmente necessários. Perceba também que a soma das pequenas despesas, muitas vezes dispensáveis, podem resultar em um grande montante ao final do mês.

Para o mês seguinte, procure cortar os gastos dispensáveis. Ao final, você deve observar uma redução do total de dinheiro despendido. Agora você pode fazer um exercício de economia. Faça uma busca na planilha e encontre outras despesas que você é capaz de eliminar. Faça-o, e observe o saldo de gastos ao final do mês cair cada vez mais. Dessa forma você pode equilibrar seu orçamento e colocar as contas em dia.

Dívidas – Lidando com o Emocional

Conviver com uma dívida é sempre uma experiência emocionalmente profunda. Algumas pessoas podem, inclusive, entrar em depressão ou permanecer em estado de estresse caso não estejam psicologicamente preparadas para enfrentar a situação.

Aprenda a lidar com estas emoções e encontre uma recuperação financeira de modo mais ameno com as orientações que seguem:

• Reconheça que você está em dívida. O primeiro passo é aceitar o problema para que você possa enfrentá-lo. Negligenciar a situação vai apenas agravá-la;

• Perdoe-se e concentre seus esforços na recuperação financeira. De nada adianta ficar se martirizando pelo ocorrido e deixar de focar em uma solução;

• Examine e entenda de modo objetivo a razão de você estar em dívida. Garanta que você não vai repetir os mesmos erros e passará a controlar os seus gastos;

• Ponha em ação um plano de mudança de hábitos para conseguir quitar as dívidas, seja economizando para negociar uma quitação à vista, seja parcelando o débito junto a seus credores;

• Compartilhe o problema com seu cônjuge ou amigo próximo. Conselhos podem ser úteis nessas situações.

Se ainda assim você perceber que os problemas psicológicos decorrentes da conjuntura são muito graves, pode ser útil procurar ajuda de um profissional de saúde, ao mesmo tempo em que buscar aconselhamento financeiro especializado.